<strong>Contos</strong>

Contos

Além de ser romancista, R. Lovato foi um dos premiados no Panorama 2010/2011 da FC do B com o conto Nulla in mundo pax sincera, publicado em dez/2011.

Também foi premiado com o conto A moeda humana do Banco Central no concurso Nossos Valores na I Semana Organizacional do Banco Central do Brasil.

Veneficia in nomen Dei

 

Em 1856, nos arredores de Salamanca, Espanha, Nina era uma jovem Bruxa que já matara muitas pessoas, e, em especial, três inquisidores da Santa Igreja Católica, em seus mais de duzentos anos de vida.

Lembrava muito bem de cada um deles: o primeiro foi em 1647, nos arredores de Valência, quando contava com somente 16 anos, e recém descobrira ser uma Bruxa. Matou-o com as próprias mãos, arrancando sua laringe. Lembrava ter gostado de ver o sangue jorrando da jugular do gorducho homem. No entanto, aprendeu que Bruxas precisavam ser discretas, para não chamar atenção. Assim, o segundo, isso lá em 1683, perto de Toledo, matou com um feitiço feito em seu caldeirão, enquanto o padreco infeliz dormia. O terceiro, no frio outono de 1747, em Ávila, engasgou-o com um naco de carne de porco em retribuição a ter queimado sua tia, que, por ironia do destino, era uma freira antes de se descobrir Bruxa.

Nina não lembrava nada de importante que ela lhe ensinara, pois só no que falava era em Deus e rezas, coisas inúteis para Bruxas com seus feitiços da natureza. Ainda assim, ela era uma Bruxa, além de ser sua tia, e inquisidor nenhum podia tê-la queimado.

Por tudo isso, não se assustou quando viu aquele homem magro, de chapéu-coco marrom, com somente três soldados e uma carroça com enormes crucifixos desenhados em suas laterais, chegarem ao povoado sob o tímido sol do meio-dia.

Ela ouvira rumores de que a Inquisição Católica rondava a região, a procura de uma Bruxa, que, supostamente, era a causa do rigoroso inverno e da pandemia de peste negra que se abateram sobre a Espanha naquele ano. Claro que Nina pensou, sem demora, que aquilo tudo era uma grande bobagem, pois tais maluquices de Inquisidor e Idade Média não eram comportadas pela modernidade do século XIX em que viviam, e que queimar bruxas em praça pública era coisa do século passado. Ademais, a Inquisição Espanhola fora abolida 22 anos atrás, por Decreto Real assinado por Maria Cristina de Bourbon-Duas Sicílias, sabia disso.

No entanto, aquele homem franzino, que trouxe nuvens negras e muito vento em sua algibeira, então descendo da carroça com seu chapéu-ridículo e três guardinhas, possuía algo de muito esquisito, e ela não sabia bem o que era. A sensação que lhe entregou foi a de que, mesmo com suas roupas da última moda, ele pertencia à outra época, sem contar que parecia viver em seu próprio mundo.

Nina concluiu isso pela primeira frase que ele disse, em pé ao lado de sua pomposa carroça na praça central, rodeado por inúmeros dos moradores do povoado, o que falou a plenos pulmões, para todos ouvirem.

– Eu sei que há uma Bruxa entre vocês, além de vários hereges, fornicadores, ladrões etc. etc. – ele falou isso claramente desinteressado, pois olhou para seus próprios pés e cuspiu no chão. – Meu nome é Tomás, venho até vocês em nome de Jesus e da Santa Igreja Católica, e somente quero a Bruxa. Estarei nessa casa, aqui defronte – e apontou para a pensão de Pablo Álvarez -, aguardando informações – e, sem dizer mais nada, começou a se retirar.

Nina respirou fundo, sem remover os olhos de Tomás, que caminhava lentamente.

Chegando à porta da pensão, ele parou.

Nina prendeu a respiração.

Sem se virar, Tomás falou em calmo tom de voz.

– Uma última coisa: Bruxa, eu sei quem você é. Hoje à noite faremos uma reunião no salão da Prefeitura. Espero que você se entregue à purificação da Santa Igreja, pois eu não sairei daqui sem você – e abriu a porta e entrou na pensão.

Nina sentiu seu coração palpitar. Não gostou nada daquele homenzinho e das nuvens negras que ele trouxe ao povoado. E, para piorar, possuía a impressão de que já o vira nalgum lugar, o que, normalmente, não era bom presságio.

Observou que dois dos três guardas permaneceram do lado de fora, guardando a entrada da pensão, enquanto o terceiro entrou na carroça.

Nina pensou que aquilo tudo poderia, muito bem, ser um sonho, pois parecia que voltara duzentos anos no tempo. Sim, certamente era loucura de sua cabeça, pensar que queimariam Bruxas, e soltou um risinho estridente.

Então, viu o guarda retirar, de dentro da carroça, uma pá, uma estaca de madeira com mais ou menos o dobro de sua altura, e várias achas de lenha.

Imediatamente, imaginando as labaredas do fogo santo de purificação, Nina pensou que um temporal não seria tão má ideia assim, e que, talvez, fosse hora de reacender seu caldeirão.

 

 

A chegada daquele inquisidor causou tremendo alvoroço em toda a Salamanca. Nina mantinha a calma, pois sabia muito bem como se esconder para não ser notada, e melhor: como enfeitiçar e rogar pragas. Após muito pensar, encontrava-se convencida de que não seria necessário matar o homem, bastaria amedronta-lo. Tomás fugiria rapidinho dali, com o rabo entre as pernas.

Sim, ele fugiria sim.

Enquanto um dos guardas cavava um buraco no meio da praça, certamente para colocar a estaca de madeira em pé, Nina passou a olhar aquelas nuvens negras chegarem mais e mais perto. Ao mesmo tempo, escutava várias pessoas questionarem se a igreja ainda possuía tanto poder, e se podiam queimar bruxas. Sem demora, o consenso foi o de que não, aquilo não era correto e não poderia acontecer.

– Precisamos tirar satisfações com esse tal de Tomás! – uma mulher gritou, apoiada por vários outros. – Quem me acompanha?

Nina sabia que o melhor era ficar quieta em seu canto.

E foi o que fez.

Viu a mulher que encabeçou a indignação, aliada a mais algumas pessoas, investir contra a porta da pensão, e os dois guardas barrarem sua entrada, informando que tudo o que eles possuíam para dizer, poderiam fazê-lo na reunião daquela noite.

Acompanhando tudo de longe, Nina pensava em qual feitiço poderia lançar, ou qual praga rogar, para aqueles quatro homens ridículos nunca mais aparecerem por ali. Começou leve. Gato preto, pé de vaca, salamandra e cusparada. Sim, fumaça e feitiçaria, chuva e saraivada. Corram, malditos, que é hora faceira. Brotoejas, vômitos e coceira!

 

 

O fato de seu feitiço não funcionar preocupou um pouco Nina. Mas, bruxaria era assim mesmo: algumas pessoas eram mais resistentes, e feitiços mentais costumavam ser fracos e pouco eficazes. Precisaria pensar em algo mais potente, mas isso ficaria para depois da reunião.

Assim que entrou no salão da Prefeitura, naquela noite, Nina começou a chorar.

Ela conhecia muito bem o modus operandi do Tribunal do Santo Ofício da Inquisição, e sabia que mulheres que não choravam nos julgamentos ou acareações eram, automaticamente, consideradas Bruxas. Por isso, deixou as lágrimas rolarem soltas.

A reunião tomou seu curso. Mesmo após várias ponderações do Inquisidor Tomás, reforçando que o objetivo da Igreja era salvar almas, e, por esse motivo, hereges e bruxas deveriam ser delatados, ninguém se manifestou. Nina, que vivia perto de Salamanca há mais de 40 anos, sabia que o povoado não aceitaria atos de barbarismo medieval, e que todos atenderam à convocação da reunião mais por respeito à Igreja e ao Inquisidor do que por medo de serem queimados.

Após quase uma hora de conversas sem sentido, Tomás encerrou:

– É uma pena que vocês não me entreguem, graciosamente, essa Bruxa. E deixem-me lhes dizer que é ardilosa, essa criatura. Tão ardilosa que pode, muito bem, ter enfeitiçado todo o povoado, e por isso não sabem quem ela é – e Tomás colocou a mão no queixo, certamente pensando, e balançou afirmativamente a cabeça. – Ok, ok. Sigam-me, por favor.

Tomás saiu do Salão da Prefeitura, seguido por todos, inclusive Nina, e parou na praça central, ao lado da estaca de madeira, agora posta em pé, com achas de lenha arrumadas ao sopé.

– Como não posso queimar essa criatura das trevas – prosseguiu Tomás -, então, simbolicamente, queimarei, novamente, uma de suas comparsas de feitiçaria.

Nesse momento, Nina viu um dos guardas atear fogo às achas de lenha.

Com a claridade do fogo, ela viu que havia uma placa de madeira pregada à estaca, com algo escrito, mas não conseguiu ler.

– Queime, Bruxa, em nome de Jesus! – gritou Tomás.

Naquele momento, uma forte lufada de vento bateu janelas por todo o povoado, e chacoalhou o vestido de Nina, além de assoprar as labaredas do fogo, intensificando-as, e ela pode ler a placa que Tomás afixara na estaca.

“Adelita de Valência.”

Nina sentiu seu sangue de Bruxa ferver, como se ela própria estivesse queimando na fogueira, e pensou que seria coincidência demais aquele homem odioso, com seu chapéu-coco patético, ter, justamente, escolhido o nome de sua tia para queimar naquela fogueira infame.

Por outro lado, ponderou que passaram muitas décadas desde que conjurara um feitiço de morte. 109 anos, para ser bem exata. Sentiu o vento soprar ainda mais forte o seu vestido, e escutou as árvores gritarem com o chacoalhar de suas folhas, e sabia que um temporal se avizinhava.

Precisaria se apressar, pois era chegada a hora de, uma vez mais, remover as teias de aranha e esquentar seu caldeirão, antes de a intempérie chegar.

 

 

Tomás se recolheu para a pensão de Pablo Álvarez enquanto Nina olhava sua tia Adelita queimar naquela estaca. Sim, pois apesar do fato de ser, o que queimava, uma placa de madeira com seu nome, as memórias daquela noite de outono do ano de 1747, na praça central de Ávila, com a fogueira santa consumindo sua tia, encontravam-se bem vivas na mente de Nina.

Por conta daquele ultraje, mataria o maldito padreco com seu chapéu-nojento. Lidaria com os guardas depois.

Assim como o forte vento consumia as labaredas, Nina viu os habitantes do povoado dispersarem, comentando, entre si, que tudo acabara bem, sem mortos ou feridos.

– A noite ainda não acabou… – Nina resmungou para si mesma, caminhando, ao som dos primeiros trovões, na direção de sua morada que ficava na floresta que abraçava o povoado.

 Enquanto preparava os apetrechos para o feitiço, que precisava ser feito ao ar livre por conta das forças da natureza necessárias para dar certo, Nina se preocupava com a chegada da chuva. Sim, pois pela quantidade de relâmpagos que, então, atacavam a floresta, ela não tardaria, e poderia apagar o fogo de seu caldeirão, arruinando tudo.

Apressou-se em catar todos os itens que precisava: pata de morcego, lacraia seca, casco de bode, baba de porco, dentre muitas coisas mais. Ah, e, claro, não podia se esquecer do principal: sua própria urina, pois bruxaria era, sim, ligada ao sexo e luxúria. No entanto, não se preocupou com aquele importante detalhe, pois bastaria sentar no caldeirão e resolveria tudo em um minuto.

Percebeu, pelo balançar das árvores, que o vento aumentava, e sabia que a chuva se encontrava próxima. Precisava correr. Acendeu a fogueira debaixo de seu caldeirão, que, sem demora, começou a borbulhar.

Iniciou o feitiço, adicionando um a um os elementos necessários, e, levantando o vestido, sentou sobre o caldeirão, e soltou um risinho por conta do calor que sentiu das borbulhas da poção. Quando começou a urinar, um relâmpago acertou uma árvore próxima, o que disparou o coração de Nina, mas o que a fez parar o que estava fazendo e pular de cima do caldeirão foi a frase que ouviu.

– Mas que Bruxinha malcriada… Eu disse que não sairia daqui sem você.

Ela conhecia aquela voz. Olhou, com vigoroso movimento de cabeça, para a escuridão que engolia o tronco das árvores, local de onde emanara a voz, quando viu, no relance da claridade de um relâmpago, um chapéu-coco nojento.

 

 

Um milhão de coisas e ideias e dúvidas tomaram a mente de Nina, que não compreendia como Tomás podia estar ali, como a encontrara, e o pior: ainda não acabara seu feitiço e a chuva se aproximava cada vez mais!

Tomás chegou mais perto, ficando com o caldeirão, fumegando e borbulhando, entre os dois:

– Você sabe qual a punição, no Código de Bruxaria, para Bruxas que completam um feitiço de morte?

Nina não entendia mais nada: como ele sabia do Código? Agora que o via assim, bem de perto, cresceu dentro de si a certeza de que conhecia aqueles olhos. Falou:

– Sim, é a fogueira de quem o completou. Pois, feitiços de morte, para terem efeito, uma bruxa deve morrer.

– Sim, sim… E, ainda assim, você estaria disposta a matar uma de suas – pausou -, amiguinhas, e ser perseguida, só para terminar com a minha vida? Claro que você poderia responder que já fez isso antes, e que ninguém descobriu que foi você…

Como ele sabia? Quem era aquele homem? Naquele momento, mais um relâmpago acertou uma árvore perto de onde estavam, e caíram as primeiras gotas de chuva. Nina sabia que precisava apressar as coisas.

– O que você quer?

– Calma… Antes, deixe me apresentar: Tomás de Torquemada, a seu dispor, senhorita…

Torquemada? Nina sabia que o Grande Inquisidor morrera no ano de 1498, em Ávila. Não poderia ser ele, em pessoa. Só se… Sim! Ela lembrava aqueles olhos na noite em que sua tia fora queimada, em Ávila. E ele sorria. Era ele! Balbuciou:

– Não é possível…

– Vai dizer que não estou bem para meus 436 anos? Vi sua tia queimar, em Ávila, mocinha, e lembro que você escapou por um triz, e ainda matou um bom Inquisidor… No entanto, cá estamos nós. Tudo a seu tempo.

E então Nina viu os olhos de Torquemada brilharem um tom avermelhado, que iluminou a encharcada aba de seu chapéu-coco, e ela teve uma terrível visão. Habitando aqueles olhos maléficos, viu inúmeras almas em agonia, homens, mulheres, crianças, e entendeu o motivo de seu feitiço não ter funcionado com ele.

– Você é um Bruxo! – Nina precisava conter seu susto, e terminar seu feitiço. Agora, mais do que nunca, ela precisava matar aquele homem.

– Não me ofenda, por favor: nossa Ordem é bem organizada, não como a de vocês, e somos Magos, não Bruxos – sorriu. – A essa altura, creio que já compreendeu que não há escapatória.

E nesse momento, ao alto som de um trovão, uma chuva torrencial se abateu sobre a floresta.

O coração de Nina disparou, querendo saltar boca afora, e viu o fogo debaixo de seu caldeirão apagar, e as borbulhas cessarem.

– Ops! – troçou Torquemada. – Não há xixi que vá lhe ajudar agora, não é mesmo, Bruxinha?

Nina não sabia o que fazer.

– O que você quer?

– Sua alma. Preciso dela para permanecer vivo, como você já deve ter descoberto…

Nina não havia pensado nisso. E uma ideia tomou de arroubo sua mente enquanto seu corpo era encharcado pela torrencial chuva.

Torquemada prosseguiu:

– Bom, como seu feitiço mixou, agora é a minha vez.

Nina deu um passo para trás.

– Você conheceu minha tia?

– Claro, vi-a arder em Ávila.

– Então, deve saber que ela era uma freira.

Torquemada hesitou por alguns instantes.

– Irrelevante.

 – Mesmo? Ela me ensinou muitas coisas…

– Como se masturbar com uma vela de cera? Poupe-me… – e os olhos de Torquemada incandesceram em tom vermelho, e Nina podia ouvir as almas gritando por socorro dentro deles.

– Não exatamente. Mas, um de seus ensinamentos, sei que você conhece – e Nina fez o sinal da cruz, e recitou, em alto tom de voz, sobressaindo aos trovões: – Monstra te transgressor pro vestra exorcismus. Deus est qui ordinat. Et dimittam te malefica que est in inferno. Dei in cælo. Saga in terra…

– Um exorcismo? Haha, não sou um demônio ou espírito maléfico, minha querida, sou um feiticeiro, e dos bons…

– E quem disse que estou exorcizando você, seu nojento? – e Nina gritou: – Spiritus intra Torquemada, vade ad caeli vel inferni. Is est mihi, Nina Malefica, in nomine Dei, qui iubet vobis…

 

 

Nina nunca imaginou que alguém, após um exorcismo, poderia, simplesmente, queimar e desaparecer.

Mas, foi o que aconteceu com Torquemada.

Enquanto ela ajuntava seu caldeirão, para guardá-lo, lembrava outro ensinamento de sua tia: “Somos bruxas, minha querida, mulheres da natureza. Não odiamos Deus ou o Demônio, servimos ambos, e usamos ambos, assim como usamos todos os homens. Nunca se esqueça disso”.

Após arrumar seu caldeirão, Nina voltou correndo ao povoado, com a certeza de que, agora, tudo funcionaria muito bem.

Olhou para os três sonolentos guardinhas, escondidos, dentro da carroça, da torrencial chuva.

Gato preto, pé de vaca, salamandra e cusparada. Sim, fumaça e feitiçaria, chuva e saraivada. Corram, malditos, que é hora faceira. Brotoejas, vômitos e coceira!

"18" comentários em: Veneficia in nomen Dei

  1. nikelle - 3 de abril de 2013

    foi muito legal fizer um trabalho ganhe nota 10 so nesse conto maravilhoso

    • Rafael - 3 de abril de 2013

      Valeu Nikelle, bjão para vc!

  2. Rosa Maria Lovato - 5 de março de 2013

    Adorei!!!!
    Claro que morreu de vez!!!! O poder das mulheres sobrepõe até magia e bruxarias.
    Beijos, mãe.

    • Rafael - 5 de março de 2013

      Hehe bjão mamãe amada!

  3. Tatiana Lovato - 2 de março de 2013

    Sera que ele morreu mesmo assim tao facil ainda mais se dizendo um “mago” poderoso? Esses mistérios são demais!
    Adorei primo…continue escrevendo …quero ler mais!
    Beijo grande! Parabéns!

    • Rafael - 2 de março de 2013

      Pois é prima, só o tempo dirá rsrsrs. Bjão!

  4. Rafael - 27 de fevereiro de 2013

    Via FACEBOOK
    Ana Claudia Marques
    Ótima!!

    • Rafael - 27 de fevereiro de 2013

      Valeu Ana! Minha primeira tentativa de agradar bruxinhas!

  5. Rafael - 26 de fevereiro de 2013

    Via FACEBOOK
    Heloiza Averbuck
    Fantastica!!!!!

    • Rafael - 26 de fevereiro de 2013

      Que bom que vc gostou, minha querida Heloiza!

  6. Rafael - 25 de fevereiro de 2013

    Via AIRMANDADE.NET
    Gelson cruz » 26-02-2013 00:48
    boa noite amigo Rafael MUITO BOM li e gostei essa NINA é poderosa
    destruiu um bruxo velinho de 436 anos ahahahahah PARABÉNS ,ABÇS

    • Rafael - 25 de fevereiro de 2013

      🙂 Abração Gelson!

      • Rafael - 25 de fevereiro de 2013

        Gelson Antônio Cruz
        Valeu , bom conto va em frente faz o que faz de melhor ótima semana

  7. Rafael - 25 de fevereiro de 2013

    Via AIRMANDADE.NET
    Lucas Maziero » 25-02-2013 23:01
    A ambientação, a maneira de narrar e o bom humor em alguns trechos fez deste conto um ótimo conto. Muito bom, amigo Lovato, parabéns!

    • Rafael - 25 de fevereiro de 2013

      Valeu meu bom amigo Lucas!

  8. Rafael - 25 de fevereiro de 2013

    Via FACEBOOK
    Milton Maciel
    Esplêndida, Rafael.

    • Rafael - 25 de fevereiro de 2013

      Valeu Milton! Que bom que gostou!

      • Rafael - 25 de fevereiro de 2013

        Milton Maciel
        Mérito é mérito, Rafael. Gostei da sua solução para o Torquemada.

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